Explorando a Invocação à Patanjali

Para o mais nobre dos sábios, Patanjali, que nos deu o Yoga para a serenidade da mente, gramática para a pureza da fala e a medicina para a perfeição do corpo, eu presto saudação. Eu presto saudação perante Patanjali, cujo corpo superior tem forma humana, cujos braços seguram um búzio, um disco e uma espada, o qual é coroado por uma serpente de mil cabeças. Oh, encarnação de Adisesa, minha humilde saudação a ti. Eu não sou alguém que canta. Não me entenda mal: eu não sou contra cantar. Se eu me sinto compelida a cantar, eu gosto de entender o que estou dizendo e por que o estou fazendo. Especialmente quando o cântico é em uma língua que eu não entendo. Que espíritos estou invocando? No início de cada aula de Yoga costumamos vocalizar o mantra de invocação a Patanjali. Nós fazemos uma vocalização em forma de pergunta e resposta com o professor. A primeira vez que eu fui a uma aula, foi assim, nós cantamos. Eu não sabia do que se tratava. Seria um ritual com conotações religiosas? Eu queria fazer aquilo? Eu decidi esperar e escutar. Respeitosamente. Na segunda vez eu murmurei acompanhando a vocalização. (Era de alguma maneira cativante). Depois disso eu tentei repetir as poucas sílabas que eu conseguia entender. Era Sânscrito – quem fala sânscrito? Curiosa como sou, um dia eu finalmente levantei a mão e perguntei do que se tratava aquilo tudo. Sou muito feliz por ter perguntado. Ao cantar a invocação estamos separando um momento para reconhecer e demonstrar o devido respeito às antigas raízes do Iyengar Yoga, os ensinamentos que foram passados ao longo dos séculos e os instrutores cujas experiências e sabedoria hoje desfrutamos. Começar a aula com esse mantra é uma forma de simbolizar que estamos deixando nossa vida cotidiana para trás, abrindo mão de nossas preocupações e entregando-nos completamente à prática do yoga. É um estímulo tanto físico quanto auditivo, nós ouvimos o som e sentimos as vibrações no nosso corpo. E assim começamos a sintonizar na prática.   Yogena cittasya padena vacam Malam sarirasyaca vaidyakena Yopakarottam prvaram muninam Patanjalim pranjaliranato´smi Abahu purusakaram Sankha cakrasi dharinam Sahasra sirasam svetam Pranamami Patanjalim Hari Hey Om   Agora que faço aulas há alguns anos, eu consigo avaliar a importância de tirar um tempo para a Invocação. Eu realmente valorizo as aulas, os professores, os voluntários e o que o Yoga fez por mim. Eu adoro deixar o trabalho, a família e todas as crises diárias para traz e sintonizar nesse foco profundo e especial e me entregar. Aqui está minha pesquisa sobre a Invocação à Patanjali. Eu descobri o que significava e como pronunciar as palavras. Existe inclusive um link no qual é possível ouvir o Sr. Iyengar vocalizando a Invocação. Quanto a esse tal de Patanjali, se acredita que ele viveu entre 200 a.C. e 450 d.C. Esse é um grande intervalo de tempo. Ele se tornou uma figura mitológica com qualidades lendárias, mas as pesquisas são inconclusivas se ele era uma ou diversas pessoas. Ele é creditado por “purificar o corpo, a mente e o discurso” com suas escritas sobre medicina, ayurveda e gramática. Ele é particularmente conhecido por codificar os Yoga Sutras, 196 aforismos em Sânscrito, dos quais derivou a prática de yoga moderna. Antes dessa codificação os sutras eram repassados verbalmente. As escritas de Patanjali tem enorme relevância e impacto em leitores através dos séculos e já foram traduzidas para diversos idiomas.   “Os sutras estabeleceram um sistema de prática pelo qual o praticante pode atingir o estado puro livre de ilusões. A prática começa com a adoção de cinco princípios éticos (yama), … – não agressão, verdade, não apropriação, contenção sexual e desapego. E é seguido por cinco virtudes (niyama) – pureza, contentamento, austeridade, estudo e dedicação. Essas práticas inibem as influências negativas de estar no mundo. Após adotar um estilo de vida centrado nos yamas e niyamas o praticante começa a adotar passo a passo os asanas (posturas), o controle da respiração, o controle dos sentidos, concentração e meditação, cada etapa que leva para o objetivo do samadhi (descrito constantemente como absorção ou liberação).”   B.K.S. Iyengar traduziu e comentou na filosofia dos Yoga Sutras de Patanjali no seu livro Light on the Yoga Sutras of Patanjali. A tradição e a prática do Iyengar Yoga estão baseadas nesses ensinamentos. Através dessa prática podemos nos transformar ganhando saúde física, mental, clareza, sabedoria, serenidade emocional e equilíbrio, além de “alcançar o objetivo do Yoga: kaivalya, a liberação das amarras com desejos e ações mundanos e a união com o Divino.” O que segue são dois artigos escritos por Geeta Iyengar, sobre a invocação à Patanjali. O primeiro é uma tradução e comentários ao mantra em si. O segundo artigo é de um documento de formação de instrutores, o qual discute o simbolismo da imagem de Patanjali. (Você vai querer se manter no lado bom dele.)   COMENTÁRIOS E TRADUÇÃO DE GEETA IYENGAR Os dois slokas (versos) que vocalizamos para invocar Lord Patanjali iniciam o Bhojavritti (o comentário de Bhoj sobre os Yoga Sutras). Dizem, inicialmente, que Lord Patanjali é considerado a reencarnação de Adhishesha, a serpente, que é o assento para Lord Vishnu, o criador deste mundo. Se diz que ele nasceu por três vezes em diferentes momentos, oferecendo a cada vez um conhecimento distinto para o aperfeiçoamento pessoal. O primeiro deles foi o Yoga. Yogena cittasya padena vacam Para purificar a mente (citta), purificar a consciência, Patanjali nos deu a ciência do Yoga (yogena). Para purificar nosso uso de palavras (pada) e fala (vacca), ele nos deu um comentário sobre gramática, para que nosso uso de palavras permitisse uma fala clara, distinta e pura.   Malam savirasya ca vaidyakena Para remover as impurezas (malam) do corpo (sarira), ele nos deu a ciência da medicina (vaidyakena).   Yopakarottam pravaram muninam Deixe-me chegar perto daquele que nos deu essas coisas.   Patanjalim pranjalir anato´smi Deixe-me abaixar minha cabeça com minhas mãos dobradas para o Lord Patanjali. E depois de conhecer o trabalho desse Lord, a segunda parte diz como o Lord Patanjali era fisicamente. Para poder meditar sobre algo primeiro devemos ter sua forma em frente aos nossos olhos.   Abahu purusakaram Das mãos até a cabeça ele tem a forma (karam) de um humano (purusa).   Sankha carkrasi dharinam Em sua mão ele segura uma concha (sankha) e um disco (cakra).   Sahasra sirasam svetam No topo de sua cabeça (sirasam) ele tem mil (sahasra) cabeças de serpente, porque ele é a encarnação de Adishesha, a grande serpente. Svetam significa branco.   Pranamami patanjalim Eu presto reverência à Patanjali.   Você não pode aprender nada a menos que você desça, se você acha que está no topo e que sabe tudo, então você não é uma pessoa capaz de aprender. Nesse sentido o mantra ajuda.   Nós vocalizamos para que já no início da aula o sentimento de santificação venha de dentro, que é o sentimento de entrega, porque nada pode ser aprendido nesse mundo a menos que tenhamos a humildade de aprender. Então o momento que você pensa no Lord [Patanjali] logo no início da prática, você já sabe que você é pequeno frente esta grande alma. Uma vez entendido isso os outros problemas que surgem durante a prática, em geral relacionados ao ego, serão afetados. Você sabe que está “descendo” para aprender algo. Você não pode aprender nada a menos que você desça, se você acha que está no topo e que sabe tudo, então você não é uma pessoa capaz de aprender. Nesse sentido o mantra ajuda.   Decidimos vocalizar esses dois slokas desde o início. Quanto o Guruji nos convidou para praticar Yoga começamos com essa vocalização. Entretanto, nesse momento não o fazíamos nas aulas porque quando pessoas iniciantes vinham, elas tinham o conceito equivocado de que eram uma oração religiosa que pertencia somente aos Hindus. Levou um tempo para que as pessoas entendessem. Toda vez que tínhamos um programa público, uma celebração como o Divali ou o aniversário do Guruji, recitávamos o mantra. As pessoas começaram a se interessar e perguntar o que significavam aquelas palavras. Quando foi entendido, todos aceitaram. Por muitos anos agora temos vocalizado essa invocação no começo das aulas.   ADAPTADO DE UMA ENTREVISTA DADA PELA GEETA NO RIMYI EM 1992 DURANTE O INTENSIVO DO CANADÁ, CONDUZIDO POR MARGO KITCHEN, GRAVADO POR HEATHER MALEK, TRANSCRITO E EDITADO POR JUDITH M. COM REVISÃO DE MARLINE MILLER E ADAPTADO POR FRANCIS RICKS.  
Aum Nome de Deus
Yoga União do homem com o Divino
Citta Mente
Pada Palavra
Vacha Discurso
Mala Impurezas
Sharira Corpo
Vaidyak A ciência da medicina
Yah Aquele que
Apakarot Removido
Tam Ele
Pravaram O melhor
Muni O observador
Pranjali Dobrando as palmas das mãos
Anata Presto reverência
Asmi Sou
Abahu Braços nas coxas
Purushakaram Forma humana
Shankha Concha
Chakra Disco, arma circular
Asi Espada
Dharinam Segurando
Sahasra Mil
Shirasam Cabeça
Svetam Branco
Pranamami Eu presto reverência e respeito
Patanjalim Para Patanjali
Hari Lord Vishnu
    FORMAÇÃO DE PROFESSORES: A INVOCAÇÃO À PATANJALI Por Geeta Iyengar A TRANSCRIÇÃO COMPLETA DESSA PALESTRA ESTÁ PUBLICADA EM YOGADHARA. ESSE TEXTO FOI RETIRADO DE WWW.IYENGARYOGAAMSTERDAM.COM TEACHERS TRAINING PROGRAM DOCUMENT 2009.PDF   Agora me deixem falar sobre a Invocação à Patanjali, seu significado e simbolismo. A invocação começa com o Āum. O Āum é o primeiro som primordial, um adi nada, um som melódico, sublime e sonoro. As três sílabas Ā, U, M representam toda a extensão do som e da criação. Elas representam os estados de sonho lúcido e dormência da consciência. O crescente simboliza um estado de transcendência. O Āum em pranava, que significa exaltado, insuperável louvor ao supremo princípio, à divindade. De acordo com Patanjali ele simboliza Isvara, a divindade “tasya vacanah pranavah”. Sendo a fonte de todas as energias o Āum é tido como um princípio auspicioso. Nenhuma atividade sagrada está completa, profunda e perfeita sem efetivar-se a suprema graça e o Āum é a melhor invocação para buscar essa graça.   A primeira parte da Invocação é assim: Para o mais nobre dos sábios, Patanjali, que nos deu o Yoga para a serenidade da mente, gramática para a pureza da fala e a medicina para a perfeição do corpo, eu presto saudação.   A segunda parte descreve a imagem de Patanjali: Eu presto saudação perante Patanjali, cujo corpo superior tem forma humana, cujos braços seguram uma concha, um disco e uma espada, o qual é coroado por uma serpente de mil cabeças. Oh, encarnação de Adisesa, minha humilde saudação a ti.   Não se sabe quem foi o autor dessa invocação. Nunca foi costume, nessas épocas, mencionar o nome de quem escreveu. Ainda assim, alguns livros antigos mencionam que abahu purusakaram foi escrito pelo Rei Bhojadeva no ano 1000 a.C., autor do Rajamartanda Vrtti, um comentário aos Yoga Sutras. Cada aspecto da estátua de Patanjali carrega um significado, assim como os intrincados sutras. Quando olhamos a imagem do sábio Patanjali podemos ver as três voltas e meia abaixo do umbigo. Essas três voltas e meia representam o Pranava Aum, um símbolo místico que carrega em si o conceito de Deus como criador, organizador e destruidor. O representa como omnipresente, onipotente e omnisciente. Aum é composto por três sílabas, A, U e M com uma crescente e um ponto na parte de cima. As três voltas completas representam as silabas e a meia volta a crescente. Também representam as três gunas de prakrti, reconhecidamente sattva, rajas e tamas e um aspirante objetivando o estado de trigunatita, que é um estado transcendente. O Sábio Patanjali nos convida a prestar atenção nas três formas de aflição, a saber adhyatmika, adhibhautika e adhidaivika, que devem ser conquistados seguindo o caminho do yoga. As três voltas indicam que ele é um mestre de Yoga, Gramática e Ayurveda. A meia volta indica a conquista do estado de kaivalya. A concha, na mão esquerda, representa o estado de alerta, atenção e prontidão para enfrentar obstáculos, que são inevitáveis na prática do Yoga. Antigamente a concha era soprada como forma de alerta para desastres ou calamidades, assim como fazemos hoje com sirenes. É também um símbolo de jnana. O disco, na mão direita, representa a destruição da ignorância com esforço supremo e é também um símbolo de proteção. A espada, embainhada na cintura, indica o corte com o ego, orgulho e noção de “Eu”, que é o principal obstáculo no caminho do verdadeiro ser. É uma espada de jnana para subjugar jnana. Essas três armas também representam a supressão das flutuações da mente, a remoção dos obstáculos e erradicação das aflições através da prática do Yoga. O capelo sobre a cabeça é uma segurança de proteção contra Adisesa, rei das cobras. Essa proteção está sempre presente para o praticante, desde que ele se entregue ao Lord, que é representada no atmanjali mudra, com as mãos dobradas em namaskara. O Bhaganatam narra a história do nascimento do Lord Krsna. Desde que Vasudeva foi alertado pelos Deuses no céu, que seu oitavo filho, Krsna seria morto por Kamsa, ele leva o bebê Krna de Mathura para Gokul no intuito de o proteger do demônio Kamsa. O rio Yamuna estava transbordando e chovia muito. Nesse momento Adisesa protegeu Vasudeva e Krna segurando o capelo sobre eles como um guarda-chuvas e abrindo um caminho pelo meio do rio, para que Vasudeva pudesse cruzar facilmente. Lord Patanjali indica com esse capelo que ele é nosso protetor, desde que destruamos os males escondidos em nós através da espada do yoga, purificando-nos com o Sadhana yóguico. A serpente de mil cabeças, sahasra sirasam svetam, simboliza que Patanjali nos guia de mil maneiras ao nos mostrar os diversos métodos de prática e abordagens para encontrar a nossa Alma. A imagem de Patanjali o mostra como metade homem e metade serpente. A parte humana indica a individualidade do homem, uma vez que ele foi dotado de inteligência para usar seus próprios esforços para alcançar o objetivo. A parte da serpente sugere o movimento e a continuidade do Sadhana, que não pode cessar até que o objetivo seja atingido. Patanjali nos guia a mover-nos como serpentes, intensa e silenciosa e rapidamente pelo caminho do Yoga e a ser tivrasamvegin, o melhor tipo de pupilo. Se você entendeu o significado, ofereça suas preces com uma mente devota para que você saiba o que o sábio Patanjali quis dizer com:  tajjapah tadarthabhavanam, que significa: recite as preces sabia, repetida e devotamente. Agora deixe-me elencar algumas das qualidades de Patanjali, de acordo com seus trabalhos. Patanjali é uma personalidade imortal e versátil, mestre de conhecimentos distintos com qualidades divinas. Ele é um dharmin, virtuoso e piedoso de fato, um tapasvin, um bhaktin, um sannyasin e praticante devoto. Ele é um artista, um dançarino talentoso, um cientista, um matemático, um astrônomo, um estudante, um físico, um psicólogo, um biólogo, um neurologista, um cirurgião, um habilidoso médico e um educador por excelência. Ele é a encarnação de qualidades gloriosas, no sraddha, virya e vairagya. Ele é um especialista em tempo psicológico e cronológico, bem como um cientista da gravidade. Ele transcende o purusarthas, a saber dharma, artha, kama e moksa, bem como prkritti. Ele possui uma memória insuperável e é altamente versado na natureza e suas funções. Ainda assim, ele permanece um ser puro, um siddhan perfeito, uma alma realizada. Todas essas qualidades inundam a vida de Patanjali. Isso não é um exagero. Os siddhis mencionados no Vibhuti Pada, relacionam-se a vários aspectos da existência, cosmos, corpo, mente e carregam o selo de sua autêntica e profunda experiência. Deixe-me concluir essa jornada imortal, queridos sadhakas, com um anjali, uma oferta sublime. A fé em nós mesmos deve crescer com a compreensão. Quando o ego começa a se dissolver, os olhos começam a ver a grandeza dos iluminados ensinamentos de um dos pensadores mais originais que já viveu. Nós somos mortais e Patanjali é uma alma imortal. Assim como um rio não retém sua identidade quando se funde com o oceano, permitamo-nos através de nossa prática fundir-nos com o rio da ardente luz do Yoga, repassada a nós pelo Sri Patanjali.   Patanjali nos guia a mover-nos como serpentes, intensa e silenciosa e rapidamente pelo caminho do Yoga e a ser tivrasamvegin, o melhor tipo de pupilo.   Hari om tat sat.   PORQUE VOCALIZAMOS O OM? Por Krisna Zawaduk   Om é uma sílaba sagrada. É chamado de pranava. Om representa divindade; é o som da criação, o som que se produziu quando o universo foi criado. Georg Feuerstein escreveu que “O Om é geralmente identificado como o som primordial que reverbera através do espaço e do tempo nos níveis mais sutis de existência”. Som é vibração e é a origem de toda criação. “Deus está além da vibração”, já dizia B.K.S. Iyengar, “mas a vibração, como forma mais sutil de Sua criação, é o mais próximo que podemos chegar Dele no mundo físico”. A história do Om é, de fato, longa. Inicialmente, era uma prática secreta e sagrada passada somente de mestre para discípulo oralmente. Desde então, sua importância vem sendo mencionada em várias escrituras tais como os Upanishads, o Bhagavad Gita e os Yoga Sutras de Patanjali. O Om deve ser vocalizado com seu significado em mente. O som OM deve ressonar dentro de nós e nos levar a introspecção. A vocalização desse mantra tão simples tem um efeito no nosso sistema nervoso e foca nosso ambiente interior. O Om é composto por três partes distintas: A, U e M. Por isso, muitas vezes é soletrado como AUM. Essas partes se referem ao passado, presente e futuro, os estados de lucidez, sonho e sono profundo. Se referem a fala, mente e respiro de vida mais a mãe, pai e preceptor. Vocalizamos o Om no início da aula para conectar-nos com o Universo, com Deus e com nosso Eu mais elevado. Para desenvolver humildade. Usamos o Om para santificar e purificar nossa prática. Produzimos o som do nosso próprio Om, que se funde ao Om dos demais. Isso é simbólico da nossa conexão com cada um como ser humano.   Links com a vocalização do Om:   – www.youtube.com/watch?v=ZdukkTAJE0U&feature=related – www.youtube.com/watch?v=CRj9SFQqwXY&feature=related – For an interesting listen to the sound of the Big Bang, click this link. (Audio simulation of the sound waves present in the first 760,000 years of the birth of the universe): http://faculty.washington.edu/jcramer/BBSound.html   KRISNA ZAWADUK É UMA PROFESSORA EM KELOWNA. ESSE ARTIGO É UMA REEDIÇÃO DO KELOWNA YOGA HOUSE NEWSLETTER, DISPONÍVEL EM:   www.KelowNayogahouse.org/articles/#omarticle   Tradução livre: Ana Paula Vaz dos Santos Revisão: Roberta Maran Revisão Final e Publicação: Jonathan Batista  

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